sábado, maio 13, 2006

E disse Jesus, mas até parecia que ele falava grego

Já ouvi e li de vários teólogos, mas não custa repetir: as palavras conversão e arrependimento, usadas pelo Jesus que nos chegou em português, vêm de uma mesma expressão no grego: metánoia, que quer dizer algo como uma reformulação constante de pensamento. (Que ninguém me pergunte se Jesus falava grego, por favor).

O mestre tentou sugerir que víssemos o "mundo" não apenas com outros olhos - porque substituir olho por olho pode significar abrir mão de uma cristalização em prol de outra - mas com olhos sempre diferentes. Olhos abertos para o pasmar com a vida, que se movimenta, isso eu diria. No entanto, fechamos os ouvidos para certos válidos ensinamentos. E, claro, também os olhos.

4 comentários:

Salme disse...

Eu descabacei a metanóia! Sem paranóia, nem TPM, venho para ficar. Apesar de pôr fim à virgindade dos comentários, casamento não entra nesse vocabulário. Minha proposta é de parceria civil. E apesar do contato primeiro, assim, com um sim de cara, na face do parlatório, com total aceitação, relacionamentos passados sobrevivem. E ah, que saudades da Digestora...

A digestora metanóica disse...

Amiga! Descabaçada magistral!
Parceria civil pra ontem! Amei a longa conversa de outro dia e também o recadinho na Parole.
Amém pra sua existência (te plagiando)!

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Anonymous disse...

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